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3.ª edição

CENAS DE NOVEMBRO

Serpa I 10 a 26 de novembro 2017


Espetáculos para o público em geral


SEXTA 10.11

TEATRO EXTREMO
“Mythos”

Uma conferência sobre a Mitologia. Este é o ponto de partida que leva três personagens a fazer uma “viagem” em tom de comédia, em demanda da curiosidade e da imaginação universal, glosando os mitos universais e urbanos para expor a condição humana na nossa sociedade contemporânea.
“Mythos” é um espetáculo de inspiração clownesca para toda a família. Interpretado por Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira, é uma criação original, com direção artística de Joseph Collard, clown belga co-fundador da companhia Les Funambules, que integra o elenco do espetáculo “Ovo” do Cirque du Soleil.

Direção Artística_ Joseph Collard I Interpretação_ Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira I Cenografia_ Teatro Extremo I Construção de Cenografia e Adereços_ Daniel Verdades e Maria João Montenegro I Figurinos_ Arminda Moisés Coelho I Desenho de Luz_ Celestino Verdades I Sonoplastia_ Fernando Jorge Lopes e Joseph Collard I Montagem da Sonoplastia_ Sandro Esperança I Direção Técnica_ Celestino Verdades I Direção de Produção_ Sofia Oliveira I Promoção_ Victor Pinto Ângelo I Comunicação e Assessoria de Imprensa_ Nádia Santos I Assistência de Produção e Secretariado_ Paula Almeida I Registo Vídeo_ João Varela_ Design Gráfico_ P2F I Fotografia_ Vítor Cid

Duração_ 75 min I Classificação Etária_ M/6

Mais em_ www.teatroextremo.com I Facebook_ teatro.extremo


SEXTA 17.11

ASTRO FINGIDO
“Mulheres Móveis”

“Mulheres móveis” é uma viagem documental e ficionada pelas histórias e memórias das carreteiras, mulheres que transportavem s móveis à cabeça no concelho de Paredes, em tempos que já lá vão. Um espetáculo visual e musical que pretende homenagear as mulheres carreteiras, partindo dos seus testemunhos e do contributo do imaginário do poeta italiano Tonino Guerra.
Maria, Letinha, Justa e Sãozinha serão as últimas carreteiras, aquelas que nos trazem o testeminho de um tempo de miséria e de trabalho duro, sem prémio. Mas as palavras de Tonino Guerra não nos permitiriam pintar de cinzento o seu tempo, porque “a pobreza ajuda à fantasia. Na pobreza vive-se sob uma chuva de desejos suspensos”. Talvez estas mulheres não tenham feito história, mas deixaram, seguramente, um pouco da sua alma nos passos que deram. Foi esse caminho de dor e sacrificio, pontuado por momentos de alegria e forte solidariedade, que quisemos trilhar.

Dramaturgia e encenação_ Fernando Moreira I Interpretação_ Ângela Marques, Filomena Gigante, Luísa Calado e Patrícia Queiroz I Música_ Carlos Adolfo I Cenografia e adereços_ Ana Pinto I Figurinos_ Xana Miranda I Coreografia e movimento_ Andrea Gabilondo I Designer e operação de iluminação_ Cláudia Valente I Fotografia e registo vídeo_ Elsa Pacheco I Produção executiva_ Clara Santos Costa I Design gráfico_ Marta Ramos

Duração_ 80 min | Classificação Etária_ M/6

Mais em_ Facebook_ astrofingido


SEXTA 24.11

LUÍS CAMPIÃO
“O menino da burra”


Na taberna do Menino da Burra, o filho de um ex-combatente da guerra colonial convida a sua clientela para uma aguardente especial; uma aguardente “capaz de levantar os mortos”. A propósito da aguardente, a figura do taberneiro vai relatando episódios de vida do pai durante a sua passagem pela guerra.
Num registo que procura resgatar para o palco a figura do contador de histórias, e baseado em alguns episódios reais, recolhidos através de entrevistas, O Menino da Burra aborda o trauma de guerra e as consequências do stress pós-traumático nos que viveram um cenário de guerra, e nas suas “novas vítimas”; as famílias dos ex-combatentes; as mulheres, os filhos.
Com algum humor e ironia, O Menino da Burra, no seu estimulante diálogo entre a palavra e a música, entre o palco e a plateia, desafia a imaginação do espectador até um desfecho surpreendente.

Texto e Interpretação_ Luís Campião I Música_ Samuel Pilar I Espaço Cénico e Figurinos_ Luís Campião I Desenho de luz_ Octávio Oliveira I Produção_ Luís Campião I Assistência de Produção_ Manuel Neiva I Fotografia de ensaio_ Sónia Aço I Fotografia de espetáculo_ Rui Gregório

Duração_ 60 min | Classificação Etária_ M/12

Mais em_ www.luiscampiao.pt/


Espetáculos para a família


DOMINGO 12.11

BAAL17
“Um dia serei grande”


João nasceu num susto sem saber como. Enquanto se constrói, ganha a consciência de que é necessário fazer escolhas e de que existem regras para cumprir.
Vai para a escola para aprender e para descobrir quem é. Aprende a ler, aprende a matemática, fica a saber que há coisas que não sabe, e que existirá um futuro onde nem sempre as coisas serão fáceis.
Depois vai viajar. Descobre‐se mais um pouco, e descobre que o mundo é muito grande e nele vivem muitas e diferentes pessoas. E ele, tal como os outros, um dia crescerá, um dia terá uma profissão, um dia será uma parte transformadora da sociedade. Um dia será grande.

Criação coletiva I Encenação_ Rui Ramos I Interpretação_ Filipe Seixas e Marisela Terra I Adereços e construção marionetas_ Coletivo I Cenografia_ Ana Rodrigues e Ivan Castro I Fotografia_ Baal17 I Design gráfico_ Verónica Guerreiro/Bloco D – Comunicação e imagem I Direção de produção_ Sandra Serra I Produção executiva_ Hugo Fernandes I Gestão_ Rui Ramos

Duração_ 40 min | Classificação Etária_ M/6

Mais em_ www.baal17.pt I Facebook_ baal17/teatro


DOMINGO 17.11

PROJECTO RUÍNAS
“Atelier Paixão”


Qual o som de um coração desafinado?
Alguma vez partiste um coração?
Será que derrete um coração gelado?
A Emília sabe. De corações a Emília sabe, a Emília percebe, é de família. E desde pequena que guarda, no seu coração, os segredos de corações alheios.
Emília tem um ofício, que muito estima e se orgulha: trata de corações. Cardiologista? Não!
Isto de reparar corações tem mais de arte do que de ciência, pelo menos assim é no atelier da família
Paixão – cuidamos do seu coração!

Criação_ Catarina Caetano e Nuno Borda de Água I Produção_ Projecto Ruínas I Vídeo_ Rodolfo Pimenta I Apoio à criação_ Lara Silva e Alexandra Gonçalves

Duração_ 45 min I Classificação Etária _ M/3

Mais em_ www.projectoruinas.pt.vu/ I Facebook_ projecto.ruinas


DOMINGO 26.11

BAAL17 – ESTREIA
“Escória”


Dois seres, de humanidade duvidosa, transportam consigo tudo o que precisam para sobreviver, numa relação equilibrada mas desigual. Um manda, o outro obedece. E assim continuariam, em direção a lado nenhum, não fosse o aparecimento de um terceiro que vem baralhar as contas. E que, apesar das suas intenções igualmente duvidosas, acaba por perturbar o equilíbrio e pôr a nu o lado cinzento, individualista e destrutivo desta relação.
De metáfora em metáfora, Escória fala de respeito, de empatia e de esperança numa Humanidade que também tem um lado doce, construtivo e colorido.

Criação_ colectiva I Encenação e dramaturgia_ Filipe Seixas I Interpretação_ Ana Bárbara Soares, Joana Saraiva e Marisela Terra I Maquinaria e adereços_ Nuno Borda d’Água I Apoio ao movimento_ Bárbara Faustino I Ritmica_ Ariel Rodriguez I Fotografia_ Baal17 I Direção de produção_ Sandra Serra I Produção executiva_ Hugo Fernandes I Gestão_ Rui Ramos

Duração_ 45 min I Classificação Etária _ M/6

Mais em_ www.baal17.pt I Facebook_ baal17/teatro