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4.º CENAS DE NOVEMBRO

02 A 18 DE NOV. 2018
Cineteatro Municipal de Serpa

– TEATRO PARA O PÚBLICO EM GERAL E FAMILIAR –

02 NOV. » 21h30
“AUTO DA ÍNDIA”, DE GIL VICENTE
GATO SA *

No ano em que o GATO SA, de Vila Nova de S. André, comemora 30 anos de existência, apresenta-se pela primeira vez em Serpa.
Constança chora porque lhe vieram dizer que o marido, de partida para a Índia, afinal tinha sido desaviado e já não ia… A jovem desespera porque deseja que ele parta e não regresse, mas a criada traz-lhe a confirmação da partida do marido e assim começa esta história de alegres infidelidades, primeiro com um castelhano e depois com o escudeiro Lemos. Passados mais de 2 anos, chegam noticias do regresso do marido e Constança inventa uma história de tristeza, privações e de devoção virtuosa, enquanto o marido enganado lhe relata a tormentosa viagem. No final, perante o receio de que tanto “sacrifício” não tenha ao menos uma compensação generosa, o marido cobre Constança de presentes. Assim termina o auto em paz e harmonia conjugal…

Dramaturgia, Encenação e Espaço Cénico_ Mário Primo I Intérpretes _ Helena Rosa, Marina Leonardo, Tomás Porto, Rogério Bruno e Carlos Gonçalves I Figurinos e Adereços_ Helena Rosa e Rita Carrilho I Fotografia e Apoio Dramatúrgico _ Victor Horta I Carpintaria de cena _ Pedro Mira I Desenho de Luz _ Rui Senos I Produção _ AJAGATO

Duração_ 45 min | Classificação Etária_ Para todos

*Espetáculo seguido de conversa com os artistas

Mais em _ https://www.gatosa.net/


04 NOV. » 16h00
“RATSÓDIA”, DE ANTÓNIO ROCHA
TEATRO EXTREMO

“Ratsódia” insere-se no denominado “teatro e música para bebés e crianças pequenas” e é um espetáculo de “porta aberta”. Sempre que necessário os adultos podem sair com a criança da sala e voltar a entrar. O mais importante é o seu bem-estar e a integração num ambiente acolhedor.
“Ratsódia” conta a história de uma ratita que parte num navio numa viagem iniciática ao mundo da improvisação, guiada por três g…, ou melhor, tripulantes músicos. Este novo espetáculo do Teatro Extremo é dedicado à primeira infância e é uma peça de teatro-musical, com música ao vivo. Na “Ratsódia”, cria-se um espaço onde cantar e movimentar é um elo de ligação entre pais e filhos até aos 5/6 anos, uma forma de comunicar, uma partilha de experiências e afetos para permitir que todos participem nesta grande comunidade onde a língua é a Música e o Teatro.

Autoria _ António Rocha I Direção Artística _ António Rocha e Bibi Gomes I Direção Musical _ Victor Gaspar I Música _ António Neves da Silva (recriação musical a partir do tema de Madalena Sá Pessoa “Dois Ratitos”) I Músicos _ Victor Gaspar/Fernando Marques Gomes, Manon Marques e António Rocha I Atriz _ Bibi Gomes I Cenografia, Adereços e Figurinos _ Arminda Moisés Coelho I Desenho de Luz e Direção Técnica _ Celestino Verdades I Construção de Cenário e Adereços _ Daniel Verdades e Maria João Montenegro I Maquilhagem _ Maria João Montenegro I Operação Técnica _ Daniel Verdades/Maria João Montenegro I Direção de Produção_ Sofia Oliveira I Assistência de Produção _ Josefina Correia e Paula Almeida I Comunicação e Assessoria de Imprensa _ Nádia Santos I Promoção _ Victor Pinto Ângelo I Fotografia _ Vítor Cid I Vídeo _ Cristina Antunes I Imagem Gráfica _ Rui Rocha I Design Gráfico _ P2F Atelier

Duração_ 45 min | Classificação Etária_ Para todos

Mais em _ https://www.teatroextremo.com/


09 NOV. » 21h30
APARECEU A MARGARIDA, DE ROBERTO ATHAYDE
BAAL17 – COMPANHIA DE TEATRO *

Depois da estreia em março, a D. Margarida volta a casa para mais uma aula em Serpa. E ai de quem se atrasar!

A professora Dona Margarida vai dar a sua primeira aula a uma turma da quarta classe (os próprios espetadores). A Dona Margarida é imprevisível, autoritária, sádica e maternal. Ela dá uma verdadeira anti-aula demonstrando que, às crianças, só resta obedecer, serem inexpressivas, impotentes e não terem nada a dizer. Dona Margarida retrata, com uma fúria avassaladora, os regimes totalitários que se multiplicam neste século XXI.

Encenação e dramaturgia_ Clovis Levi | Interpretação_ Bárbara Soares, Filipe Seixas, Rui Ramos e Sandra Serra | Cenografia e figurinos_ Bruno Guerra | Desenho de luz_ Filipe Seixas | Apoio à construção do cenário_ Ivan Castro | Design gráfico_ Ana Rodrigues/WorkHouse | Vídeo_ VideoPlanos/Produções Audiovisuais | Fotografia_ José Ferrolho | Operação técnica_ Hugo Fernandes e Marisela Terra | Direção de produção_ Sandra Serra | Produção executiva_ Hugo Fernandes | Assistência de encenação_ Marisela Terra | Gestão_ Rui Ramos

Duração_ 75 min I Classificação Etária_ M/16
*Espetáculo seguido de conversa com os artistas

Mais em _ http://www.baal17.pt/site/em-cena/


11 NOV. » 16h00
“CAMINO REAL”, UMA VIAGEM DE ENCONTRO COM A COMUNIDADE
APRESENTAÇÃO PÚBLICA DO FILME REALIZADO
BAAL17 – COMPANHIA DE TEATRO

Depois da apresentação de “Camino Real” – III A Celebração, mostramos o resultado através da câmara de Mairea Buenaventura e Sebastián Reyne/Locas Locas Producciones e convidamos os intervenientes a falarem sobre esta experiência de teatro com a comunidade.

O projeto “Camino Real” teve início em janeiro e conheceu três abordagens. A primeira, I – A Descoberta, teve apresentação no Cineteatro Municipal de Serpa, a 16 de junho. Numa primeira aproximação à obra juntaram-se em palco 40 atores na Descoberta daquele que é considerado o texto maldito de um dos mais admiráveis dramaturgos do século XX. Na segunda fase, II – A Inquietação, com apresentação no 19.º NNN, a equipa aprofundou personagens e relações. Em III – A Celebração, “Camino Real” materializou a imponência imaginada por Tenneesse Williams e transformou o Largo dos Condes de Ficalho, em Serpa, na cidade muralhada que “é o fim do Camino Real e o princípio do Camino Real”. Cerca de 100 atores, num beco sem saída rodeado pelo deserto de onde, ocasionalmente, se poderá escapar para o mundo exterior. Segundo o autor Tennessee Williams: “nada mais que a minha conceção do mundo e dos tempos em que vivemos”.

Direção artística e encenação_ Rui Ramos I Assistência encenação_ Bárbara Soares e Filipe Seixas I Coordenação Oficina de Teatro Serpa_ Filipe Seixas I Coordenação grupos _ Bárbara Faustino, Joana Saraiva, José Gato, Mariana Cavaco, Mariana Fonseca, Rafael Costa, Sandra Serra e Susana Romão I Tradução_ António Conde I Cenografia e figurinos_ Bruno Guerra I Assistência cenografia e figurinos_ Ana Vilhena, Dora Martinho, Inês Tavares, Madalena Serôdio e Sabrina Martinho I Apoio à construção cenografia _ Fabrice Ziegler I Direção musical_ Ariel Rodriguez I Ambientes sonoros_ Marco Ferreira e Pablo Velez I Direção técnica _ Filipe Seixas I Desenho de luz _ João Sofio I Design gráfico_ Ana Rodrigues/Workhouse I Fotografia_ Fabrice Ziegler I Vídeo _ Mairea Buenaventura e Sebastián Reyne/Locas Locas Producciones I Direção produção_ Sandra Serra I Produção executiva_ Hugo Fernandes I Assitência produção _ Marisela Terra I Operação técnica_ João Sofio e Francisco Pepe Jorge | Apoio técnico _ António Costa, Carlos Olivença, João Correia e Paulo Alface I Comunicação_ Hugo Fernandes e Sandra Serra | Catering _ Rui Pedro Lucas I Cabeleireiro _ Zé Luís I Gestão_ Rui Ramos.

Duração_ 75 min I Classificação Etária_ M/12

Mais em _ https://www.facebook.com/pg/Baal17teatro/photos/?tab=album&album_id=2069319916447965


16 NOV. » 21h30
“REALIDADE VIRTUAL”, CRIAÇÃO COLECTIVA (ANTE-ESTREIA NACIONAL)
TEATRO DUAS SENAS *

Projeto tutoreado pelo Departamento de Pedagogia e Animação do Teatromosca, em parceria com o CECD Mira Sintra – Centro de Educação para o Cidadão Deficiente, apresenta-se pela primeira vez em Serpa em ante-estreia nacional.

Cinco quadros diferentes; Cinco estilos de vida; Cinco histórias que são nossas mas que poderiam ser tuas; Dos teus filhos, dos teus amigos, dos teus vizinhos. Cinco histórias, contadas e recontadas por diferentes perspetivas. É certo e sabido que quem conta um conto, acrescenta um ponto…
Realidade Virtual é a sétima produção do teatro Duas Senas e reflete a preocupação dos seus atores e criadores em relação a temas como o Racismo e Discriminação, o Bullying nas Escolas, a Violência Doméstica, a Toxicodependência e a Gravidez na Adolescência.

Criação coletiva _ Teatro Duas Senas I Direção artística e encenação _ Inês Oliveira I Interpretação _ Alexandre Rodrigues, Armanda Carvalho, Bruno Martins, Cláudio Pinho, Filipe Oliveira, Flávio Correia, Francisco Lopes, José Carlos Alves, Nuno Delgado, Paula Martins, Paula Ribeiro e Raúl Pereira I Fotografia _ Catarina Lobo I Cenografia _ Pedro Silva I Apoio à criação e gestão do projeto _ Pedro Alves I Assistente de Produção _ Cláudio Pinho I Direção técnica e desenho de luz _ Carlos Arroja I Produção _ teatromosca I Parcerias _ CECD Mira Sintra

Duração_ 50 min I Classificação Etária_ M/12

*Espetáculo seguido de conversa com os artistas

Mais em _ https://teatromosca.weebly.com/

18 NOV. » 16h00
“DO PRINCÍPIO AO FIM”, DE EDUARDO DE FILIPPO
TEATRO DAS BEIRAS

Um espetáculo para toda a família no tom de comédia a que o Teatro das Beiras, da Covilhã, já habituou o seu público.

Uma companhia de atores caídos em desgraça esperam ansiosamente “uma ajudazinha” das autoridades locais, por forma de suster o eminente e trágico fim que se anuncia. Fazendo jus às suas multidisciplinares capacidades artísticas, organizam uma récita onde se sucedem números musicais, folhetins radiofónicos, cinematógrafo e, claro, o drama a farsa e a comédia trágica de um quotidiano vivido nos limites do surreal, ainda que estimulante apesar de tudo. Na farsa “Perigosamente” bem ao estilo do popular teatro de bonecos, o habitual bastão com que se castigam as impertinências domésticas é substituído por um revólver que sistematicamente falha o alvo por milagre ou por manifesta falta de pontaria. No entanto esta estranha e absurda ação é uma mezinha certeira para a harmonia conjugal… No drama num ato que tem por título “Amizade”, um amigo visita um outro amigo que padece de uma enfermidade mental. Este, no seu delírio e não reconhecendo o velho amigo que de muito longe o veio visitar, e que muito se esforçou para satisfazer os últimos desejos do moribundo, acaba por confessar as infidelidades cometidas ao longo de anos de uma extravagante relação de amizade.

Textos _ Eduardo De Filippo I Tradução _ Luís Nogueira e Gil Salgueiro Nave I Encenação _ Gil Salgueiro Nave I Cenário e figurinos _ Luís Mouro I Direcção musical _ Tiago Moreira I Desenho de Luz _ Fernando Sena I Interpretação _ Nuno Geraldo, Roberto Jácome, Sílvia Morais e Tiago Moreira I Voz-off _ Fernando Landeira I Operação de luz e som _ Jay Collin I Costureira _ Amélia Cunha I Carpintaria _ Ivo Cunha I Cartaz _ Luís Mouro I Produção _ Celina Gonçalves I Apoio à produção _ Carla Jorge e Jessica Costa I Fotografia e Vídeo _ Ovelha Eléctrica

Duração _ aprox. 70 min I Classificação etária _ M/6 anos

Mais em _ http://www.teatrodasbeiras.pt/

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EM SERPA HÁ TEATRO!
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+ INFO e RESERVAS

ENTRADA (€)_
Donativo livre // Lotação Limitada (aconselha-se reserva)

Baal 17 – Companhia de Teatro na Educação do Baixo Alentejo
Cineteatro Municipal de Serpa
Apartado 113 | 7830 SERPA

e-mail: baal.17@mail.telepac.pt
tlf: 284 549 488 tlm: 961 363 107