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6.º Cenas de novembro

6 a 28 novembro I Cineteatro Municipal de Serpa

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ESPETÁCULOS PARA O PÚBLICO EM GERAL
06 NOV. » 21h30
“HOT TEA”, textos de Harold Pinter I GATO SA

Histórias de gente comum, frágil, solitária, sitiada, oprimida, trazem-nos a problemática da violência e do sofrimento humano em diferentes aspectos e realidades contemporâneas e universais da vida, mas sem emitir juízos de valor que ficam para quem as leva consigo depois da sessão. O espectáculo pretende envolver o público num “universo de incertezas, contradições, mentiras, invenções”. Nelas, mais importante do que as ações, são as palavras encadeadas de forma sucinta e rarefeita entre silêncios ensurdecedores. Histórias, por vezes brutais, em que quem toma a palavra é não apenas o ameaçado mas também o manipulador e o torcionário..

Textos _ Harold Pinter I Dramaturgia e Encenação _ Mário I Intérpretes_ Figueira, Raul Oliveira, Tomás Porto e Rogério Bruno I Cenografia _João Calvário I Figurinos _ Helena Rosa I Fotografia _ Victor Horta I Carpintaria de cena _ Manuel Magalhães I Música _ João Martinho I Desenho de Luz _ Rui Senos I Cartaz _ Pedro Dias I Produção_ AJAGATO

Classificação_ M/14 anos I Duração_ 80 mn
Mais em _ GatoSA/Hottea


13 NOV. » 21h00
“APATIA”, de MARIANA FONSECA

Um problema, duas soluções, uma escolha pouco ética e moral. ELE empurra-a. ELA morre. ELES sobrevivem. ELE não a empurra. ELA não morre. ELES não sobrevivem. O CORO – personagem que não age, comenta e faz juízos de valor – estará sempre presente apesar deste drama não ser sobre ele.
Esta é a segunda criação de Mariana Fonseca, a partir de um texto original de sua autoria. O espetáculo, com uma forte componente física, protagonizado pelos atores Daniel Viana e Sandra Pereira, inclui ainda um Coro composto por 5 atores inspirado pela obra OS VELHOS TAMBÉM QUEREM VIVER, de Gonçalo M. Tavares.

Criação (texto e encenação)_ Mariana Fonseca | Direção de movimento _ Rafael Barreto | Desenhador de luz _ Manuel Abrantes | Interpretação_ Beatriz Baptista, Daniel Viana, João Gamory, João Pedro Leal, Rafael Barreto e Sandra Pereira | Cenografia _ Pedro Silva | Música Original _ João Gamory | Operação técnica_ Nuno Gomes | Produção _ Mariana Fonseca e Joana Brito Silva | Fotografia_ Catarina Lobo, João Pedro Leal e Vitorino Coragem| Vídeo_ Tiago Durão e João Pedro Leal | Coprodução _ teatromosca | Apoios _ Baal17, Byfurcação – Associação Cultural, 23milhas – Ílhavo.

Classificação_ M/12 I Duração_ 75 mn
Mais em _ Apatia


19 NOV. » 21h00
“NED KELLY”, de Pedro Alves e Paulo Castro I coprodução TEATROMOSCA (Portugal) e STONE/CASTRO (Austrália)

Alvo de um especial interesse no seu país de origem, Kelly poderá ser visto como o último sinal de um tempo e espaço sem lei, um verdadeiro ícone cultural, capaz de inspirar inúmeros trabalhos artísticos e biografias, celebrado como o equivalente australiano de Robin Hood. Contudo, também não será difícil encontrar outros que o veem como um assassino, desmerecedor desse estatuto de herói popular que lhe tem sido colado à pele. Os criadores teatrais Paulo Castro e Pedro Alves juntam-se ao músico Paulo Furtado/The Legendary Tigerman para criar um espetáculo, coproduzido pelo teatromosca e pela companhia Stone/Castro, que se inspira tanto na história de Ned Kelly, como nas histórias produzidas a partir da lenda que ainda hoje rodeia a sua vida.

Criação_ Pedro Alves, Paulo Castro e Paulo Furtado/The Legendary Tigerman I Encenação _ Pedro Alves e Paulo Castro | Interpretação_ Mariana Fonseca, Nádia Yracema, Pedro Alves e Paulo Castro | Banda sonora original_ Paulo Furtado/The Legendary Tigerman | Cenografia _ Pedro Silva | Conceção de vídeo_Ricardo Reis e Tim Carlier | Figurinos_ Helena Guerreiro | Fotografia_ Catarina Lobo | Ilustração e design gráfico_ Alex Gozblau | Direção técnica e desenho de luz_ Carlos Arroja | Operação técnica de luz e som_ Marco Lopes / Show Ventura | Produção executiva_ Inês Oliveira | Coprodução_ teatromosca, Stone/Castro e S. Luiz – Teatro Municipal.

Mais em _Teatromosca/Nedkelly


27 e 28 NOV. » 21h00
“RUPTURA” I BAAL17 e OFICINA DE TEATRO DE SERPA

Num futuro próximo, ou talvez já no presente, “Ruptura” apresenta-nos um mundo distópico orquestrado ao sabor da hipocrisia, onde as redes sociais são o veículo para o sucesso.
Seguimos os passos de uma rapariga na procura de uma vida de sonho, numa sociedade onde o sorriso e a opinião sobre o outro são a moeda de troca.
“Mais importante que ser é parecer ser” afirmava Maquiavel no século XV. E hoje? Que mundo estamos a construir quando a virtude se resume a um simulacro e a empatia se esgota no sorriso de uma selfie?

 

Direção artística _ Rui Ramos I Coordenação Oficina de Teatro de Serpa _ Filipe Seixas I Encenação_ Bárbara Soares, Carolina Carvalhais, Filipe Seixas, Joana Saraiva, Paulo Roque, Rolando Galhardas e Rui Ramos I Elenco_ Ana Paula Cardoso, André Espada, André Batista, Ana Maria Romão, Anabela Dias, Bárbara Soares, Carolina Carvalhais, Carlos Amarelinho, Fátima Mestre, Francisco Moquenco, Filomena Mourinho, Filipa Figueiredo I Filipe Seixas, Francisco Mira, Joana Gomes, Joana Saraiva, Leonor Basilio, Manuel Cavaco, Maria Manuel Gantes,Maria Soares, Marisela Terra, Paula Soares, Paulo Roque, Rolando Galhardas, Rodrigo Martins, Rui Ramos, Simão Correia, Susana Romão, Tereza Pizarro I Desenho de luz_ Filipe Seixas I Desenho de som_ André Batista I Fotografia _ Fabrice Ziegler I Direção de produção _ Sandra Serra


ESPETÁCULOS PARA O PÚBLICO FAMILIAR
08 NOV. » 16h00
“KING KONG – QUEM É O MONSTRO” I ALMA D’ARAME

Um cenário pequeno, 2 marionetistas e muitos efeitos especiais em direto em 45 min de aventura!
O teatro de marionetas e o cinema têm muitos pontos em comum. Criam sonhos visuais, uma cosmogonia onde o maravilhoso está presente lado a lado com os monstros mais hediondos. Ambos utilizam efeitos visuais para nos levar em viagens.
O primeiro da sua espécie (1932). É uma porta aberta para todos os monstros saírem do ecrã e ocuparem o nosso imaginário; preencher os nossos sonhos de “novos mundos” com fantasmas; mundos teatrais e novas experiências visuais, inspiradas no velho imaginário cinematográfico.

Criação_ Yorgos Karaktzas e Amândio Anastácio I Direação artística _ Yorgos Karaktzas I Assistência de Direção _ Ildeberto Gama I Atores_ Amândio Anastácio e Susana Nunes I Construção de marionetas _ Susana Malhão e Amândio Anastácio I Construção de cenário _ João Evaristo Sousa.

Classificação_ M/6 anos I Duração_ 45 mn
Mais em _ Alma d’Arame/Kingkong


15 NOV.» 16h00
“PLASTIKUS” I KRISÁLIDA

Ondina vive junto às ondas do mar, onde elas rebentam e enchem de espuma a praia. Durante muitos e muitos anos, apenas a espuma banhava a areia da praia. E era aí que Ondina brincava com os seixos e com a espuma do mar. Mas novos objetos com sons, cores e formas extraordinárias surgiram na sua vida e Ondina gostava de brincar com eles. Pareciam uma nova espécie muito amigável e tão prestável que, devagarinho, se foram entranhando na sua vida.
Quanto mais se entranhavam, mais ela precisava deles e sem dar por isso, o PLASTIKUS tornou-se absolutamente indispensável. E, assim cresceu, cresceu, cresceu na sua vida e Ondina rapidamente descobriu que ele estava por todo o lado! Por todo o lado mesmo!

Encenação _ Clara Ribeiro I Interpretação _ Carla Magalhães, Joana Vilar e Nuno J. Loureiro I Direção Plástica e Marionetas _ Teatro e Marionetas de Mandrágora I Espaço cénico, Adereços e Figurinos _ Grácia Cordeiro I Desenho de Luz _ Rui Gonçalves I Desenho de Som _ Manuel Brásio I Design _ Ricardo Ferreira I Comunicação _ Rubina Jassat I Produção _ Krisálida.

Classificação_ M/3 anos I Duração_ 45 mn
Mais em_krisalida/Plastikus


22 NOV. » 16h00
“ESCÓRIA” I BAAL17

Dois seres, de humanidade duvidosa, tranportam consigo tudo o que precisam para sobreviver, numa relação equilibrada mas desigual. Um manda, o outro obedece. E assim continuariam, em direção a lado nenhum, não fosse o aparecimento de um terceiro que vem baralhar as contas. E que, apesar das suas intenções igualmente duvidosas, acaba por perturbar o equilíbrio e pôr a nu o lado cinzento, individualista e destrutivo desta relação.
De metáfora em metáfora, Escória fala de respeito, de empatia e de esperança numa Humanidade que também tem um lado doce, construtivo e colorido.

Criação_ Colectiva I Encenação e dramaturgia_ Filipe Seixas I Interpretação_ Bárbara Soares, Joana Saraiva e Rolando Galhardas I Apoio à construção de cenário_ Nuno Borda d’Água I Apoio ao movimento_ Bárbara Faustino I Rítmica_ Ariel Rodriguez I Fotografia _ Rui Cambraia I Direção de produção_ Sandra Serra I Produção executiva_ André Batista I Gestão_ Rui Ramos.

Classificação_ M/6 anos I Duração_ 45 mn
Mais em _ Baal17/Escória


OFICINA CRIATIVA DE CONSTRUÇÃO DE MARIONETAS
14 NOV. » 16h00
“DO PLÁSTICO FAÇO BONECO” I kRISÁLIDA

Nesta oficina os participantes são convidados a transformar o lixo plástico nas personagens do universo do espetáculo “Plastikus”. Utilizando técnicas de reciclagem de plástico, numa oficina com 0% de desperdício, o objetivo é explorar as potencialidades expressivas deste material, incentivando a sua reutilização e reciclagem.

Duração _ 120 mn I Público-alvo _ Crianças sem a presença de pais» maiores de 6 anos I Crianças com a presença de pais» maiores de 4 anos I Limitado a 10 participantes


6.º Cenas de Novembro
REALIZA-SE DE ACORDO COM AS REGRAS DE RECOMENDADAS PELA DGS
TODOS OS EVENTOS TÊM LOTAÇÃO LIMITADA DE PESSOAS

BILHETEIRA:

Espetáculos para o público em geral: 4 euros

Espetáculos para a infância: 3 euros

Oficina de construção de marionetas: Gratuita sujeita a reserva e limitada a 10 crianças