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Ruína, de Carlos Santiago(2014)

Na transgressão de géneros como o teatro de costumes, o absurdo e a ficção científica, Ruína é uma alegoria sobre a crise e a procura de novas energias num mundo esgotado.
Espetáculo inserido no Projeto “Sensibilização” da Lógica E.M S.A e cofinanciado pelo INALENTEJO
Texto, Encenação e Música_ Carlos Santiago
Cenografia e FigurinosBruno Guerra
Desenho de Luz João Sofio
Interpretação Catarina Inácio, Helena Ávila, Filipe Seixas, Rui Ramos, Sandra Serra e Susana Nunes
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